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Gestão Informação

Gestão Informação

Algumas verdades sobre informação de qualidade

Existem publicações no mercado que não fazem absolutamente falta, apenas contribuem para o aumento do ruído da informação e o abate de mais árvores. A revista "Páginas a&b" é uma publicação que merece ser preservada, pois tem todos os ingredientes necessários ao seu sucesso, bom conteúdo, colaboradores com qualidade. Vamos ajudar e apelar ao bom senso.

Foi recentemente criado um serviço para alojamento de petições totalmente em Português. Este serviço tenta colmatar um lacuna existente em Portugal, no que diz respeito a um serviço público de qualidade para todos os cidadãos Portugueses. Chegou a hora de fazer a diferença. Diga o que tem a dizer. Participe. Divulgue. Faça agora a sua petição online em minutos.

Para quem está de visita ao meu blog, volte sempre se você gostou de ler esse artigo! Pois é verdade que estão sempre a aparecer novos vírus é o preço que pagamos pelas as novas tecnologias, tudo evolui, como nós seres evoluimos, essas tecnologias são feitas por seres humanos por isso temos sempre a correr riscos, a vida é um risco por si só, mas como tudo na vida tem se o lado positivo e negativo. Mas é sempre bom ter essas informações para estarmos informados e mais atentos, não convém mesmo abrirmos correspondência ao que não conhecemos, melhor prevenir do que remediar. Os meios de transporte da informação estão aí para colaborar nessa missão contra as verdades maquiadas.

Só um por cento (1%) dos portugueses lê livros! Por quê? Em Portugal, o “VALE A PENA” NÃO VALE A PENA? A resposta que temos ouvido é: “O Gajo disse-me: É útil a gente ler. “VÁ! LÊ A PENA!”. Toda a gente sabe que a PENA É PARA ESCREVER! Quem me ensinou foi a Professora, que repetiu assim: “A Pena é para escrever e tem que estar com tinta. Ou seja, se ela estiver sem “comTIM” a Pena nem para escrever serve. Quanto mais para lê-la!! NOTA: Vê-se logo que a Professora dele não sabe o que é o Feedback. Tem a quem imitar: as Universidades, que são sistemas fechados a funcionar em malha aberta. E devia ser exatamente ao contrário. Conclusão que chegamos: alguns defendem que devemos acabar com a língua portuguesa em Portugal (sejam ENGENHEIROS ou sejam NÃO-Engenheiros) agora já sabem porque é que só 1% (um por cento. Repito: Um por cento) dos Portugueses é que LÊ LIVROS. E isto era o que os Doutores e Doutoras Portugueses sabiam, e assim só 5% (cinco por cento) dos que o ouvem é que percebem o que ele disse. 

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